terça-feira, 16 de março de 2010

Provando do próprio veneno...


Seria capaz um entorpecente se viciar em outro?! Sim... seria! Estou provando do meu próprio veneno...

Mesmo acostumada a uma vida sem vícios, me vejo aqui... em plena crise de abstinência! Como o tempo demora pra passar... Shit! Deu 22h, 23h... tão logo, já será outro dia... e nem uma dose, uma gotinha... Como assim, eu, logo eu???!!! Não, não é um lamento... Ou é?! Humm... Não sei! Mas, o que eu sei?! (Pensando...)

A única certeza que tenho, é que sinto cada vez mais necessidade de me viciar, sentir arrepios, vertigens, euforia, taquicardia, e tudo aquilo que eu disse que seria capaz de fazer e provocar, sendo um entorpecente. As doses de serotonina foram solicitadas, e estão sendo injetadas em meu corpo de forma lenta e gradual... é tanto prazer, euforia, uma excitação plena!!! Que vontade de compartilhar isso...

Eu sei que a sensação de prazer não é eterna, e pode se esgotar em segundos, mais o efeito é tão saboroso, que mesmo naquele pequeno momento, vale por toda a nossa vida.

Eu preciso de mais uma dose... Nããããão! Eu preciso de muitas outras doses...

Será patológico?! Tem cura?! De que me importa saber disso agora... Eu deixei de ser experimentador... não sou mais ocasional, e muito menos habitual... Dependente, sim... Estou completamente dependente!!!

Sobe plaquinha, sobe... e para de me torturar!
Suuuuubiiiiuuuuuuu!!!! \o/

1 comentários:

Ronald on 16 de março de 2010 23:31 disse...

Provando do próprio veneno.
Tento refletir acerca desse título. Releio as linhas (e entrelinhas) e me entrego numa comovente declaração. O vício se incendeia. A droga se faz presente. A necessidade se amplia e fortalece (a necessidade dessa droga... a necessidade de VOCÊ). As sensações se emaranham e formam outras. Ótimo, porque é um emaranhado das melhores sensações. O sabor da droga acalenta. Contudo, a difícil dor sentida da abstinência, em horas, minutos, segundos sem consumo. Consumo... um consumo em doses homeopáticas, ou cavalares. O consumo é necessário. Os efeitos colaterais logo transparecem, vêm à tona com uma rapidez estupidamente clara. Clara... claridade... está claro tudo o que se faz sentir. Claro até demais. Não se apague essa claridade. Eu quero enxergar, eu quero enxergar você. Eu uso e abuso; eu faço e refaço; eu penso e repenso. Profusões... de pensamentos, de sentimentos, de VIDA. A vida... a vida vivida, sentida na pele e no intimo. A droga tem esse poder. Droga... mas que droga é essa de nada tem de droga? Porque simplesmente não é droga. Vicia... e muito. Mas droga? Não. Droga era minha vida antes de ter você!

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Provando do próprio veneno...

Seria capaz um entorpecente se viciar em outro?! Sim... seria! Estou provando do meu próprio veneno...

Mesmo acostumada a uma vida sem vícios, me vejo aqui... em plena crise de abstinência! Como o tempo demora pra passar... Shit! Deu 22h, 23h... tão logo, já será outro dia... e nem uma dose, uma gotinha... Como assim, eu, logo eu???!!! Não, não é um lamento... Ou é?! Humm... Não sei! Mas, o que eu sei?! (Pensando...)

A única certeza que tenho, é que sinto cada vez mais necessidade de me viciar, sentir arrepios, vertigens, euforia, taquicardia, e tudo aquilo que eu disse que seria capaz de fazer e provocar, sendo um entorpecente. As doses de serotonina foram solicitadas, e estão sendo injetadas em meu corpo de forma lenta e gradual... é tanto prazer, euforia, uma excitação plena!!! Que vontade de compartilhar isso...

Eu sei que a sensação de prazer não é eterna, e pode se esgotar em segundos, mais o efeito é tão saboroso, que mesmo naquele pequeno momento, vale por toda a nossa vida.

Eu preciso de mais uma dose... Nããããão! Eu preciso de muitas outras doses...

Será patológico?! Tem cura?! De que me importa saber disso agora... Eu deixei de ser experimentador... não sou mais ocasional, e muito menos habitual... Dependente, sim... Estou completamente dependente!!!

Sobe plaquinha, sobe... e para de me torturar!
Suuuuubiiiiuuuuuuu!!!! \o/

1 comentários:



Ronald disse...

Provando do próprio veneno.
Tento refletir acerca desse título. Releio as linhas (e entrelinhas) e me entrego numa comovente declaração. O vício se incendeia. A droga se faz presente. A necessidade se amplia e fortalece (a necessidade dessa droga... a necessidade de VOCÊ). As sensações se emaranham e formam outras. Ótimo, porque é um emaranhado das melhores sensações. O sabor da droga acalenta. Contudo, a difícil dor sentida da abstinência, em horas, minutos, segundos sem consumo. Consumo... um consumo em doses homeopáticas, ou cavalares. O consumo é necessário. Os efeitos colaterais logo transparecem, vêm à tona com uma rapidez estupidamente clara. Clara... claridade... está claro tudo o que se faz sentir. Claro até demais. Não se apague essa claridade. Eu quero enxergar, eu quero enxergar você. Eu uso e abuso; eu faço e refaço; eu penso e repenso. Profusões... de pensamentos, de sentimentos, de VIDA. A vida... a vida vivida, sentida na pele e no intimo. A droga tem esse poder. Droga... mas que droga é essa de nada tem de droga? Porque simplesmente não é droga. Vicia... e muito. Mas droga? Não. Droga era minha vida antes de ter você!

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