segunda-feira, 15 de março de 2010

Compartilhando o A.A. (AnaCarolinógecos Anônimos - By Ronald)..


Pois é... aqui estou eu, falando do vício...
Mas, estou no lugar de um entorpecente... (Será eu, uma droga?!)
De qualquer forma, eu entendo agora, como uma cocaína se sente, quando um usuário faz qualquer coisa para estar perto dela... É verdade, é uma sensação tão gostosa!
Imagine ouvir dizer que ...

“Tudo começou numa tarde ociosa de domingo, quando eu me sentia muito triste e tudo o que queria era encontrar alguém para conversar... ela se apresentou pra mim, me disse que era legal... Daí, experimentei por algumas horas. Não resisti e no mesmo dia de madrugada já estava usando de novo. No dia seguinte também usei... Foi um vício imediato, instantâneo, mas eu não poderia assumir, para mim era apenas uma diversão, mas vi que não era, e tudo ficou mais intenso... e eu fui usando. Tudo chegou a uma proporção que eu não poderia evitar, ficava com ela na cabeça. A abstinência me doía... Cheguei a roubar pra poder falar com ela: roubei um “gato” do telefone da minha vizinha pra poder me conectar... Estou tão viciado, que já penso em contrabando. Mas, como é para consumo próprio, acho que não deve dar cadeia... Hoje, só por hoje, estou sem falar com ela. Só por hoje..."

Eu, como entorpecente (substância química que produz alteração nos sentidos...), sinto cada vez mais a necessidade de viciar... Eu quero estimular a liberação de serotonina (Há!), causar arrepios, vertigens, euforia, taquicardia, sensação de poder... e tranqüilizar. Quero despersonalizar, fazendo com que o experimentador passe a ser um usuário ocasional, depois habitual e, para a minha maior glória, dependente!!!
Teria uma overdose de mim mesma, mole mole... rs
E depois, ainda vem o Ministério da Saúde dizendo que você não deve experimentar entorpecentes...
Abuse e use!

(Não é pra vc sair por aí usando qualquer entorpecente... O importante, é q o entorpecente seja eu!!! Isso é quase uma declaração de amor... )

3 comentários:

Ronald on 15 de março de 2010 16:11 disse...

Uma droga nem sempre é algo ruim. Nada é bom e nada é ruim sob todos os aspectos. Se veneno e remédio, em grego, têm o mesmo nome, por só mudar a quantidade, posso, sim, considerar vc uma droga. E quais de nós não somos drogas para alguém? Somos drogas para nossos pais, amigos íntimos, amores, filhos. A droga rege o muito. O vício rege nossas vidas, seja ela como for. A vida é uma droga, mas vivemo-la. Somos narcóticos de nós mesmo. Mas o mais importante é termos um vício especial na vida, por alguém especial. O vício do amor. Quem não se vicia não vive intensamente, plenamente. Há vícios que nos querem tratar. Querem nos tratar o vício da alegria (quantos de nós nunca ouvimos alguém dizer, quando estamos felizes, apaixonados: “está parecendo um bobo, rindo assim!”). Esses são viciados em deprimir. Eu quero amar, e quero o vício do amor. Eu quero viver, e quero o vício da vida! Eu quero sorrir e ser feliz... e ter o vício por esse amor de pessoa chamado Ana Carolina!

*****Ronald*****

Kiara Guedes on 15 de março de 2010 16:39 disse...

Adorei a visita,e acredito sim, que mal seria sem a poesia! :) Voltarei, já deixei marquinhas no caminho pra nào mais me perder! Bjs

Rodolfo on 15 de março de 2010 18:37 disse...

Só posso dizer que esse é um tipo de droga q sou e pretendo continuar sendo, completamente viciado e dependente.......rsrsrrs
Ainda pretendo usar e abusar.

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Pois é... aqui estou eu, falando do vício...
Mas, estou no lugar de um entorpecente... (Será eu, uma droga?!)
De qualquer forma, eu entendo agora, como uma cocaína se sente, quando um usuário faz qualquer coisa para estar perto dela... É verdade, é uma sensação tão gostosa!
Imagine ouvir dizer que ...

“Tudo começou numa tarde ociosa de domingo, quando eu me sentia muito triste e tudo o que queria era encontrar alguém para conversar... ela se apresentou pra mim, me disse que era legal... Daí, experimentei por algumas horas. Não resisti e no mesmo dia de madrugada já estava usando de novo. No dia seguinte também usei... Foi um vício imediato, instantâneo, mas eu não poderia assumir, para mim era apenas uma diversão, mas vi que não era, e tudo ficou mais intenso... e eu fui usando. Tudo chegou a uma proporção que eu não poderia evitar, ficava com ela na cabeça. A abstinência me doía... Cheguei a roubar pra poder falar com ela: roubei um “gato” do telefone da minha vizinha pra poder me conectar... Estou tão viciado, que já penso em contrabando. Mas, como é para consumo próprio, acho que não deve dar cadeia... Hoje, só por hoje, estou sem falar com ela. Só por hoje..."

Eu, como entorpecente (substância química que produz alteração nos sentidos...), sinto cada vez mais a necessidade de viciar... Eu quero estimular a liberação de serotonina (Há!), causar arrepios, vertigens, euforia, taquicardia, sensação de poder... e tranqüilizar. Quero despersonalizar, fazendo com que o experimentador passe a ser um usuário ocasional, depois habitual e, para a minha maior glória, dependente!!!
Teria uma overdose de mim mesma, mole mole... rs
E depois, ainda vem o Ministério da Saúde dizendo que você não deve experimentar entorpecentes...
Abuse e use!

(Não é pra vc sair por aí usando qualquer entorpecente... O importante, é q o entorpecente seja eu!!! Isso é quase uma declaração de amor... )

3 comentários:



Ronald disse...

Uma droga nem sempre é algo ruim. Nada é bom e nada é ruim sob todos os aspectos. Se veneno e remédio, em grego, têm o mesmo nome, por só mudar a quantidade, posso, sim, considerar vc uma droga. E quais de nós não somos drogas para alguém? Somos drogas para nossos pais, amigos íntimos, amores, filhos. A droga rege o muito. O vício rege nossas vidas, seja ela como for. A vida é uma droga, mas vivemo-la. Somos narcóticos de nós mesmo. Mas o mais importante é termos um vício especial na vida, por alguém especial. O vício do amor. Quem não se vicia não vive intensamente, plenamente. Há vícios que nos querem tratar. Querem nos tratar o vício da alegria (quantos de nós nunca ouvimos alguém dizer, quando estamos felizes, apaixonados: “está parecendo um bobo, rindo assim!”). Esses são viciados em deprimir. Eu quero amar, e quero o vício do amor. Eu quero viver, e quero o vício da vida! Eu quero sorrir e ser feliz... e ter o vício por esse amor de pessoa chamado Ana Carolina!

*****Ronald*****

Kiara Guedes disse...

Adorei a visita,e acredito sim, que mal seria sem a poesia! :) Voltarei, já deixei marquinhas no caminho pra nào mais me perder! Bjs

Rodolfo disse...

Só posso dizer que esse é um tipo de droga q sou e pretendo continuar sendo, completamente viciado e dependente.......rsrsrrs
Ainda pretendo usar e abusar.

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