domingo, 1 de agosto de 2010

Querido amigo Lucílio,


são 4h da manhã de Domingo, e eu não seria louca de ligar pra você, embora eu me sinta mto tentada a isso. A única maneira de me expor, sem deixar que cada detalhe desse momento tão intenso que estou vivendo agora, se perdesse por aí, ou por tantas outras correrias da vida, é escrevendo. E foi aqui, o melhor lugar que eu pude imaginar.
Um mês atrás, +/-, enquanto eu ainda estava aqui em Valença, e você me indicou o filme "Fonte da Vida", eu cheguei a começar assistir, como havia comentado com você. Só que no dia, eu estava muito agitada, ansiosa com o meu retorno ao Rio, com a Gabi do meu lado questionando cada pedacinho do filme, o que não me fez prosseguir mais de 40 minutos de filme.
De primeira, ele me pareceu estranho, completamente sem nexo. Eu seria incapaz de decifra-lo naquele momento, e eu o deixei para um outro dia. Sábia escolha, a minha!
Os pontos confusos do filme me desafiaram a volta-lo, e assistir mais uma vez, tentando desvendar cada mistério, e detalhe, me deixando aberta para qualquer viagem filosofica que a minha mente fosse capaz de produzir naquele momento.
Imaginar que não eram três histórias em um mesmo filme, foi o meu ponto de partida. Saber que nada é por acaso, e que cada ação gera uma reação, foi a minha introdução. O simbolismo e o arrepio da fonte cada vez que era tocada, sem dúvidas, foi o melhor desenvolvimento que o filme poderia me oferecer.
A conclusão?! Eu seria ousada demais, dizendo que esse filme é um poema que conta a vida de duas pessoas, que aceitam a morte, como parte da sua própria evolução, e da vida, deixando qualquer "Romeu e Julieta" no chinelo.
Talvez o excesso de simbolismo canse mas, certamente, não é um filme para mtos, e nem me sinto mais ou menos sensível para notar isso. Ao meu ver, não há uma explicação coerente e que possa ser uniformizada para o filme. As partes que não se encaixam vai da sensibilidade e vivência de cada um, dando a oportunidade de se ter um próprio entendimento, que poderia diferenciar o final para cada pessoa que o assistisse.
Acredito que o assisti no momento certo. Sim, na hora e no local ideal! Me sinto pronta e disposta a buscar a cada dia uma nova fonte de vida, e sempre que puder, e achar necessário, irei assistir novamente, e mudar de opinião a cada vez assistida. Pq a teoria completa, e coerente, eu jamais conseguirei achar. O eterno estará sempre pronto a se renovar!
Sem dúvidas, foi uma viagem inesquecível em 96 minutos de filme.
Obrigada por me proporcionar tamanha satisfação.
Você é um grande amigo!

2 comentários:

Dayse Maia disse...

Ele é um grande amigo e, vc, uma grande filha...literalmente, tb. Te amo!

bod_mala on 1 de agosto de 2010 15:10 disse...

Não sei o que dizer... fico feliz q vc tenha gostado. a maioria das pessoas não gosta, o que me pegou nesse filme foi o inesperado, eu não sabia o que ia assistir mas gostei muito da surpresa. vou ficar com medo de te recomendar filmes agora hehhehe, ce me deixou feliz :)
te adoro!

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Querido amigo Lucílio,

são 4h da manhã de Domingo, e eu não seria louca de ligar pra você, embora eu me sinta mto tentada a isso. A única maneira de me expor, sem deixar que cada detalhe desse momento tão intenso que estou vivendo agora, se perdesse por aí, ou por tantas outras correrias da vida, é escrevendo. E foi aqui, o melhor lugar que eu pude imaginar.
Um mês atrás, +/-, enquanto eu ainda estava aqui em Valença, e você me indicou o filme "Fonte da Vida", eu cheguei a começar assistir, como havia comentado com você. Só que no dia, eu estava muito agitada, ansiosa com o meu retorno ao Rio, com a Gabi do meu lado questionando cada pedacinho do filme, o que não me fez prosseguir mais de 40 minutos de filme.
De primeira, ele me pareceu estranho, completamente sem nexo. Eu seria incapaz de decifra-lo naquele momento, e eu o deixei para um outro dia. Sábia escolha, a minha!
Os pontos confusos do filme me desafiaram a volta-lo, e assistir mais uma vez, tentando desvendar cada mistério, e detalhe, me deixando aberta para qualquer viagem filosofica que a minha mente fosse capaz de produzir naquele momento.
Imaginar que não eram três histórias em um mesmo filme, foi o meu ponto de partida. Saber que nada é por acaso, e que cada ação gera uma reação, foi a minha introdução. O simbolismo e o arrepio da fonte cada vez que era tocada, sem dúvidas, foi o melhor desenvolvimento que o filme poderia me oferecer.
A conclusão?! Eu seria ousada demais, dizendo que esse filme é um poema que conta a vida de duas pessoas, que aceitam a morte, como parte da sua própria evolução, e da vida, deixando qualquer "Romeu e Julieta" no chinelo.
Talvez o excesso de simbolismo canse mas, certamente, não é um filme para mtos, e nem me sinto mais ou menos sensível para notar isso. Ao meu ver, não há uma explicação coerente e que possa ser uniformizada para o filme. As partes que não se encaixam vai da sensibilidade e vivência de cada um, dando a oportunidade de se ter um próprio entendimento, que poderia diferenciar o final para cada pessoa que o assistisse.
Acredito que o assisti no momento certo. Sim, na hora e no local ideal! Me sinto pronta e disposta a buscar a cada dia uma nova fonte de vida, e sempre que puder, e achar necessário, irei assistir novamente, e mudar de opinião a cada vez assistida. Pq a teoria completa, e coerente, eu jamais conseguirei achar. O eterno estará sempre pronto a se renovar!
Sem dúvidas, foi uma viagem inesquecível em 96 minutos de filme.
Obrigada por me proporcionar tamanha satisfação.
Você é um grande amigo!

2 comentários:



Dayse Maia disse...

Ele é um grande amigo e, vc, uma grande filha...literalmente, tb. Te amo!

bod_mala disse...

Não sei o que dizer... fico feliz q vc tenha gostado. a maioria das pessoas não gosta, o que me pegou nesse filme foi o inesperado, eu não sabia o que ia assistir mas gostei muito da surpresa. vou ficar com medo de te recomendar filmes agora hehhehe, ce me deixou feliz :)
te adoro!

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